domingo, 13 de dezembro de 2009

500 Dias com Ela



O termo "os brutos também amam" serve muito para este filme que realmente é um achado. Todo homem, por mais incrível que isso possa parece (ou pelo menos a maioria) já se apaixonou pelo menos uma vez na vida, e sim, nós também sofremos por este maldito sentimento. Já amei, já sofri e ja chorei, com todos os cliches possiveis.

O filme começa com uma narração em off que nos diz " esta é uma história entre um homem e uma mulher, e não uma história de amor", e então acompanhamos de forma desordenada - os 500 dias do título são jogados aleatoriamente, sem ordem cronologica - Ton Hansen (Joseph Gordon-Levitt que vi em dois outros filmes menores, e acho particularmente talentoso e cara do Heath Ledger) já sofrendo pela perda de Summer (no título original "500 Days of Summer" faz referencia a personagem e não a estação do ano e tem uma sacada bacana no final) vivida pela bela Zooey Deschanel, alternando o começo do relacionamento com o final conturbado. E aí vemos como infelizmente dependemos dos nossos sentimentos, como o coração é fragil, como fazemos escolhas erradas achando que é o certo e como sofremos com as consequencias. O inicio é sempre um mar de rosas, - a cena que que ele dança na rua depois da primeira noite de amor é umas das melhores e mais reais que ja ví no cinema, afinal quem nunca um dia se sentiu da mesma maneira. A trilha sonora tem The Smiths que adoro e Carla Bruni (aquela italiana, que namora o presidente da França). Eu torço para este filme ter pelo menos a indicação de roteiro original, uma vez que sempre vemos nos filmes romanticos o lado feminino da história. Enfim, um otimo filme, recomendo.

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